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12 de setembro de 2012

O mais longo dos dias, o mais longo dos livros

Quase dois meses lendo essa obra e hoje eu finalmente acabei, não é nenhum calhamaço como Anna Karenina, é uma versão de bolso de 374 páginas. Escrito por Cornelius Ryan, essa obra trás relatos sobre o Dia D (6 de junho de 1944), o grande feito que deu início ao fim da Segunda Guerra Mundial.
O autor era um dos melhores correspondentes de guerra da sua época, com base no que viveu e em relatos de soldados e familiares ele redigiu o livro sobre o Dia D, lembrando o combate mais mortífero já realizado.
Tem muita data, tem muito nome, tem muito capitão, tem muito batalhão, tem muito regimento, me perdi durante o livro. É um livro que conta a história, eu sei, mas 24h em quase 400 páginas é comparável a um tijolo de informações. Está tudo completo, mas esmagado.
Minhas três renovações e a capa do livro
Frustrei minhas expectativas, pensei que o relato era mais literário. É como se eu lesse todos os jornais do mundo, dos dias 6, 7 e 8 de junho de 1994, e só lembrasse que as forças aliadas invadiram e iniciaram a libertação Européia do sonho insensato de Hitler.

15 de agosto de 2012

Imigração Italiana é tema de livro


O Lançamento do livro “A saga do imigrante italiano em busca da Terra Nostra – A rota da família Rota/Rotta”, de Luiz Carlos Rota Gosmann, ocorreu na noite de 20 de julho, durante as comemorações da XX Semana da Imigração Italiana.
O autor comenta que “tinha o desejo de fazer um lançamento especial em Encantado, em virtude de muitos familiares terem constituído famílias e construído seus caminhos na cidade”.
O livro que busca contar a trajetória do Imigrante Italiano, descendente da família Rota/Rotta conta com vasta documentação histórica comprovando os fatos relatados através de documentos, fotos e entrevistas.
Foram mais de sete anos de pesquisa para concluir a obra de 744 páginas, Gosmann agradece ao apoio da comunidade, poder público, parentes e imprensa. Essa é sua 1° obra, mas já iniciou as tratativas para mais dois livros, associando a imigração italiana com a genealogia de duas famílias. O exemplar do livro lançado custa R$ 70,00 e pode ser adquirido na Lotérica Gugel, em Roca Sales, e na Tabacaria Encantado, em Encantado.

27 de julho de 2012

Músico lança livro sobre sua carreira


O músico Paulo Luiz da Silva, estará em Encantado no dia 30 de agosto para lançar o seu livro “Bastidores da Vida de um músico – Retrato de uma época”, o evento ocorre às 20h na Casa de Cultura Dr. Pedro José Lahude.
Imagens da carreira do músico ilustram a obra

No seu livro, Paulo conta a história de uma vida dedicada à música, um relato dos mais de 50 anos de carreira. “Escrevi sobre o meu envolvimento com o mundo da música, fatos pitorescos, histórias engraçadas, trágicas e tragicômicas”, conta o escritor.
Natural de Santa Cruz do Sul, o autor reside há 12 anos em Florianópolis, o livro foi lançado na capital Catarinense no dia 19 de junho.
“Morei 13 anos aqui, tenho uma ligação forte com a cidade, isso me motivou a lançar o livro aqui também”, explica Paulo, que dedicou um capítulo da obra intitulado “Encantos de Encantado”, para o município, relatando um pouco da sua vivência nos tempos em que trabalhava como Escrivão Judicial na Comarca de Encantado. O exemplar de 365 páginas será comercializado por R$ 38,00.

16 de junho de 2012

Cuca Fundida fundiu minha cuca

A experiência de ler esse livro pode ser comparada ao que eu senti duas semanas depois de assistir memento, do Christopher Nolan, eu assisti o filme e não me lembrava que o havia assistido, experiência semelhante a que o filme aborda.
Li Cuca Fundida, do Woody Allen e fundi minha cuca. É uma viagem esse livro, o gostinho de humor te faz ler e querer mais. Os textos são umas loucuras, vários formatos diferentes, personagens impossíveis e casos impossíveis.
Capa do livro Cuca Fundida, Woody Allen escrevendo magnificamente
Você sabe que a obra é uma loucura e fica meio zonzo. Sabe aquele momentos pós-livro que você fica viajando, lembrando e alucinando, enfim pensando no livro? Esse é o melhor momento porque foi nele que eu notei, fundi minha cuca.
Os textos são tão dois pontos três (:3) que é impossível não amar, se você for na onda vai acabar como eu e o Woody, com a Cuca Fundida.

6 de junho de 2012

O dia em que eu tentei ler Niet


Nietzsche e sua autobiografia

Já estou começando e demonstrando minha gigantesca intimidade com o Niet, mas na realidade eu só li uma obra dele. Pode até contar como uma dupla leitura, por que é um livro dele e sobre ele, foi o Ecce Homo, a tal biografia de Nietzsche que só poderia ser escrita por ele.
Se eu contar quantas vezes eu voltei pra ler a mesma página eu devo ter lido a obra umas cinco vezes, a probabilidade de você não entender os parágrafos é enorme, pelo menos ocorreu comigo, mas rebobinando as páginas dá pra entender um percentual considerável.
O assunto Nietzsche sempre me encantou, não sei se foi devido ao bigode ou a minha professora de filosofia do Ensino Médio, muito linda, mas o cara me despertou uma enorme vontade de conferir a obra dele. Quando eu fiquei sabendo que ele possuía uma obra chamada “O Anticristo”, aí sim que eu pirei de vez, mas até hoje não consegui ler a tal obra.
Ecce Homo (Eis o homem) foi escrito na fase derradeira de Niet, beirando sua chegada na insanidade. Confesso que fiquei muito confuso com o livro, frustrando assim as expectativas do mesmo, que ao redigir sua biografia sonhava em não ser mal interpretado ou confundido.
Imagino que meu campo de conhecimento ainda é pequeno, diante dos inúmeros autores e nomes que ele cita no decorrer das páginas. Ele elogia muito a sua obra máxima “Assim Falou Zaratustra”, que eu ainda não li e insisto em pronunciar “Zaratrusta”.
Talvez o dia em que eu conseguir pronunciar corretamente o Zaratustra eu entenda o Niet, mas por enquanto vou gostando dele e do povo alemão também.

30 de maio de 2012

Obra descreve a história de sucesso do Google



Para você que quiser conhecer mais à fundo a história do Google, a empresa de maior sucesso na área de pesquisa na web, uma boa dica de leitura é o livro: Google - A História do Negócio de Mídia de Maior Sucesso dos Nossos Tempos.
A obra trás depoimentos de Sergey Brin e Larry Page, os fundadores do Google, e do CEO Eric Schmidt, além de trazer também depoimentos de outros importantes nomes do mundo dos negócios de wall street.

Capa da obra que descreve a história do Google

O livro descreve a essência do Google e o porquê de ele entre tantas outras ferramentas de pesquisa se sobressair, tanto em relação a resultado das pesquisas como na produção de lucros, ao longo do livro notas-se que uma das leis do vale do silício se faz presente: “se não puder comprar copie-o”.
Apesar de abordar o mundo e da perspectiva Google e reforçar o lema do Google “Não seja mau” é uma ótima dica de leitura para quem gosta da área de tecnologia e quer alguma inspiração para criar uma empresa .com.
Em sua essência para você ter sucesso você deve solucionar os problemas, na época em que o Google foi criado o problema era não conseguir achar nenhum resultado relevante nos resultados das ferramentas de buscas existentes, o Google ordenou os resultados por relevância e facilitou as pesquisas virando um dos negócios de maior sucesso da atualidade.

Obs: post extraído do meu antigo blog loginformativo.

23 de maio de 2012

Bonequinha de Luxo, um luxo de livro



Há muito tempo eu escutava falar do Truman Capote, de ele ser o tal precursor do Jornalismo Literário, isso me gerou uma vontade de ler algo dele, a primeira coisa que nos indicam é o livro Bonequinha de luxo. Procurei, procurei, procurei e achei.
Para minha boa surpresa o livro é dividido em quatro contos, o que dá nome ao livro e mais Uma casa de flores, Um violão de diamante e Memória de Natal.
Para mim, para quase todos também, o melhor deles é Bonequinha de Luxo, este ganhou inclusive uma adaptação para o cinema, em 1961, tendo a linda da Audrey Hepburn como protagonista.
Com uma escrita cheia de detalhes, aliando a reportagem com recursos literários, Capote nos envolve em uma história muito bem contada, com uma personagem singular, em que ao mesmo tempo que nos causa estranheza, pelo modo de vida, nos cativa a cada linha.
A personagem principal, Holly Golightly, é uma jovem que vivia em uma fazenda, casou-se aos 14 anos, algum tempo depois fugiu para tentar a sorte como atriz em Hollywood.
Se instala em Nova York, buscando se arranjar com algum milionário, mas torna-se uma garota de programa que esbanja personalidade. Por essas indas e vindas ela conhece seu vizinho do andar de cima do prédio, Paul, um aspirante a escritor, com ele Holly edifica uma forte amizade, que perdura até o final da história.
Uma coisa mais pessoal minha, que eu super me identifiquei com Holly, por conseqüência salvei o livro como favorito no meu coração, foi a personalidade dela de não se apegar a nada ou a ninguém. Não sou tão desapegado como ela, mas nasci com um percentual grande desse traço da personalidade dela.

Capa do Livro (Edição Companhia das Letras) e um frame do filme,
com Andrey Hepburn beirando a perfeição ao incorporar a personagem

Sinopse do Livro: Em Bonequinha de Luxo, novela de 1958, escrita com mão levíssima, o escritor norte-americano Truman Capote acompanha as estripulias de Holly Golightly, a jovem que escapa da vida besta do interior para tentar a sorte na Nova York dos anos da Segunda Guerra. Moça de hábitos e horários nada ortodoxos, Holly põe em polvorosa uma galeria de personagens que vai de um mafioso preso a um escritor inédito, passando por um fotógrafo japonês, uma modelo gaga e uma cantora rouca – para não falar de um certo diplomata brasileiro. Tudo isso sem abandonar a visão de uma vida de luxo, calma e volúpia, se possível bem longe do Texas e bem perto da joalheria Tiffany’s. Celebrizada nas telas de cinema por Audrey Hepburn no filme homônimo de Blake Edwards, Holly é uma das criações mais felizes de Capote, mistura inextricável de ninfa diáfana e moça roçuda, tão viva e sedutora hoje como quase meio século atrás.

7 de maio de 2012

Nova biografia de Dave Grohl



Quem recentemente ganhou uma nova biografia, não autorizada, foi Dave Grohl, para a louca da Courtney Love, um desgraçado, para os fãs de Foo Fighters, um gênio.
Redigida por Paul Brannigan, jornalista de música e ex-editor da renomada revista semanal Kerrang!, a obra “This is a call: A vida e a música de Dave Grohl” chegou ao Brasil, no início de abril, trazendo história do músico desde os tempos no Nirvana até o Foo Fighters, passando por suas participações no Queens of the Stone Age e no Them Crooked Vultures.
Brannigan usou como base, para o livro, mais de dez anos de entrevistas exclusivas com Dave Grohl, além de conversas com outros artistas. O livro traça uma linha que conta a história de Dave, desde o início, nos tempos no Nirvana até o surgimento do Foo Fighters. This is a call aborda também o sempre polêmico assunto Kurt Cobain, as brigas que quase acabaram com o Nirvana, as dificuldades do Foo Fighters e a época em que Grohl cogitou deixar a música.

Na esquerda o autor de "This is a call", Paul Brannigan, entrevistando Dave Grohl em 1997 na cidade de Londres, ao lado direito o produto de várias entrevistas: "This is a call: A vida e a música de Dave Grohl"

Sinopse de This is a call: "Alguém telefonou pra mim e disse que o Kurt havia morrido. Perdi o rumo". Ele já vendeu mais de 40 milhões de álbuns. Ele esteve em bandas que mudaram a música popular para sempre. Ele viu seu melhor amigo cometer suicídio. Ele começa super-grupos. Ele é o cara mais legal do rock. De Nirvana para Foo Fighters, de fraternidade à rivalidade, das elevações de tirar o fôlego para baixas sem vida, Paul Brannigan dá conta sem paralelo, íntimo e extraordinário da vida e os tempos de Dave Grohl. Em 1990, pouco conhecido do punk-metal Nirvana adicionou um novo baterista para a banda. Eles estavam prestes a se tornar um fenômeno global - mas como todos sabemos, as coisas deram errado. Dave era amigo de Kurt, vocalista do Nirvana, que tirou a própria vida, mergulhando a banda e o futuro dela no caos. Com pesar, junto de seus amigos, se espelhou pela tristeza de todo o mundo, de um nível sem precedentes. Desafiando as expectativas, uma habilidade que logo se tornou sua marca registrada, Grohl se recusou a vê-lo como o fim. Em 1995 sua nova banda, o Foo Fighters, levantou-se para se juntar ao panteão de divindades de rock. Os 'Anos Incríveis' não eram muito calmos. A existência iluminada, imposta por seu status de celebridade, gerou difamação por seus críticos e sua vida em alta velocidade provou ser um coquetel perigoso. Com uma história da vida de Grohl, que é mais pessoal do que qualquer coisa escrita antes, mais surpreendente, mais emocionante, mais pungente e mais inspiradora, Paul Brannigan revela Dave totalmente pela primeira vez. Esta é a história do homem que mudou a música para sempre.

4 de maio de 2012

Trilha sonora de Precisamos Falar sobre o Kevin



Livro fantástico, filme idem ao livro, tanto em história, como em genialidade, a trilha sonora não podia fugir da perfeição. Compartilho aqui a lista de músicas, pra quem já assistiu e pra quem ainda não assistiu, poder curtir essa maravilhosa trilha sonora.
O livro é de uma enorme riqueza de detalhes, você realmente vê as reações dos personagens subindo, em forma de hologramas, através das letras. Já no filme, algumas cenas faltam, mas a atuação da linda Tilda e do fantástico Ezra nos faz arrepiar e sentir angústia e aflição, durante o desenrolar da trama. O clima é pesado, em quase todas as cenas a cor vermelha está presente.

Capa do livro e Poster do Filme

Sinopse do Filme: Eva (Tilda Swinton) mora sozinha e teve sua casa e carro pintados de vermelho. Maltratada nas ruas, ela tenta recomeçar a vida com um novo emprego e vive temorosa, evitando as pessoas. O motivo desta situação vem de seu passado, da época em que era casada com Franklin (John C. Reilly), com quem teve dois filhos: Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) e Lucy (Ursula Parker). Seu relacionamento com o primogênito, Kevin, sempre foi complicado, desde quando ele era bebê. Com o tempo a situação foi se agravando mas, mesmo conhecendo o filho muito bem, Eva jamais imaginaria do que ele seria capaz de fazer.
Sinopse do Livro: Para falar de Kevin Khatchadourian, 16 anos – o autor de uma chacina que liquidou sete colegas, uma professora e um servente no ginásio de um bom colégio dos subúrbios de Nova York –, Lionel Shriver não apresenta apenas mais uma história de crime, castigo e pesadelos americanos: arquiteta um romance epistolar em que Eva, a mãe do assassino, escreve cartas ao marido ausente. Nelas, ao procurar porquês, constrói uma reflexão sobre a maldade e discute um tabu: a ambivalência de certas mulheres diante da maternidade e sua influência e responsabilidade na criação de um pequeno monstro. Precisamos falar sobre o Kevin discute casamento e carreira; maternidade e família; sinceridade e alienação. Denuncia o que há de errado com culturas e sociedades contemporâneas que produzem assassinos mirins em série e pitboys. Um thriller psicanalítico no qual não se indaga quem matou, mas o que morreu. Enquanto tenta encontrar respostas para o tradicional “onde foi que eu errei?” a narradora desnuda, assombrada, uma outra interdição atávica: é possível odiarmos nossos filhos? 

Trilha Sonora:
“Mule Skinner Blues” – Lonnie Donegan
“Ham N Eggs” – Lonnie Donegan
“Everyday” – Buddy Holly
“Nobody’s Child” – Lonnie Donegan
“In My Room” – The Beach Boys
“Mother’s Last Word To Her Son” – Washington Phillips
“Wwoooo” – Rory Stewart Kinnear
“Last Christmas” – Wham!
“Tephra” – Helena Gough
“Aquaculture” – Jana Winderen
“Once In Royal David’s City” – Anônimo
“Christmas Wish” – Paul Fletcher, Patrick Sturrock, Marc Williams
“Greensleeves” – Matt Fletcher
“Bossa” – Sean Hargreaves
“Ballad” – Sean Hargreaves
“Happy Days — Cues” – Fox/Gimbell
“The Ambush” – Liu Fang
“Farewell To My Concubine” – Liu Fang